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Bilac
CÂMARA MUNICIPAL DE BILAC
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    17ª LEGISLATURA 2017-2020
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PRÓXIMA SESSÃO ORDINÁRIA Nº 1450


DIA 02 DE MAIO DE 2018

ÀS 20:00

Data: 22/05/2013 Hora: 16:48:49
Origem do nome: Olavo Bilac

 

Homenagem dada, aos 30 dias do mês de novembro de 1938, ao poeta Olavo Bilac membro fundador da Academia Brasileira de Letras . 


http://www.camarafacil.com.br/srv07/bilac/_arquivos/fotos/galeria/mini_olavobilac.jpgO atual nome da cidade surgiu em 30 de novembro de 1938, e acabou sendo um dos poucos municípios que homenagearam um poeta, Olavo Brás Martins dos Guimarães Bilac, ou simplesmente Olavo Bilac.

Nascido em 16 de dezembro de 1865, na Cidade do Rio de Janeiro, foi jornalista e poeta brasileiro e membro fundador da Academia Brasileira de Letras. Criou a cadeira 15, cujo patrono é Gonçalves Dias.

É como poeta, contudo, que Bilac se imortalizou. Foi eleito Príncipe dos Poetas Brasileiros pela revista Fon-Fon em 1907. Juntamente com Alberto de Oliveira e Raimundo Correia, foi a maior liderança e expressão do parnasianismo no Brasil, constituindo a chamada Tríade Parnasiana. A publicação de Poesias, em 1888 rendeu-lhe a consagração. Dentre outros escritos de Bilac, destacam-se: Crônicas e Novelas; Através do Brasil; Contos Pátrios Tarde; Teatro Infantil; Livro de Leitura; Tratado de Versificação.

Autor da letra do Hino à Bandeira, entre as suas obras-primas podemos considerar o soneto em que se refere à língua portuguesa como a Última Flor do Lácio - aliás, o nome do próprio poema.

Em 1893, foi exilado em Ouro Preto, por fazer oposição ao Governo de Floriano Peixoto. Em 1907 foi eleito o primeiro "Príncipe dos Poetas do Brasil", em concurso realizado pela revista "Fon-fon". Devido ao sucesso que Olavo Bilac fazia entre os jovens, o presidente Venceslau Brás o convidou para liderar as campanhas cívicas de alfabetização e do serviço militar obrigatório. Essa última, devido a eclosão da Primeira Guerra Mundial. Em 18 de dezembro de 1918 o poeta faleceu no Rio de Janeiro.



"A Pátria não é a raça, não é o meio,
não é o conjunto dos aparelhos econômicos e políticos:
é o idioma criado ou herdado pelo povo.”
  
Olavo Bilac (1865-1918)

 

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